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Quarta, 12 de junho de 2019, 16h03
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Vice-presidente administrativo da CDL Cuiabá participa de audiência pública sobre transporte coletivo

Assessoria de Imprensa
CDL Cuiabá

A Câmara Municipal de Cuiabá realizou na manhã desta quarta-feira (12.06) uma audiência pública com o objetivo de discutir o processo de licitação do transporte coletivo da capital. Representando a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) estava o vice-presidente administrativo da entidade, Célio Fernandes.

A iniciativa para realização da Audiência Pública para se discutir o assunto com a população e órgãos responsáveis foi dos vereadores Dilemário Alencar e Diego Guimarães.

Conforme o edital de licitação, publicado pela Prefeitura de Cuiabá no dia 24 de maio e que está em andamento, às empresas que vencerem o certame terão a concessão para explorarem os serviços do transporte público até o ano de 2050.

“Existem muitas dúvidas da população e dos empresários em relação a isso. É muito válida essa discussão, principalmente pela péssima qualidade atualmente do transporte coletivo em Cuiabá e agora é o momento de cobrarmos e de buscamos melhorias para esse serviço”, comentou o vice-presidente administrativo da CDL Cuiabá.

Durante o encontro foram pontuadas diversas situações e direitos ainda não esclarecidos, como por exemplo, em relação ao passe livre de estudantes e do idoso a partir de 60 anos.

“Foram feitos muitos questionamentos, sendo que alguns foram esclarecidos outros ainda precisamos de mais informações, mas o importante é que o assunto começou a ser debatido e nós, enquanto representantes do setor empresarial, sendo que somos envolvidos de forma direta com essa situação iremos acompanhar de perto todo esse processo, pois o que queremos e buscamos é dignidade para os nossos colaboradores que dependem desse tipo de transporte e para isso, iremos continuar cobrando para que de fato as regras sejam transparentes e justas no sentido de garantir que as empresas vencedoras do certame operem em nossa cidade com serviços de qualidade”, disse Fernandes, ressaltando ainda que o edital em seu formato atual apresenta inúmeras falhas e temas de idoneidade duvidosa. “Isso é preocupante tendo em vista que o documento prevê de 20 a 30 anos de concessão”.

 

PONTOS DEBATIDOS

Na Audiência Pública, alguns pontos foram colocados e serão levados até a administração municipal, entre eles: Para tratar o transporte público é essencial tratar a mobilidade urbana como um todo, acessibilidade, transportes alternativos como ciclovias, calçadas, etc; O prazo de 20 anos pra concessão, com mais 10 de prorrogação foi considerado absurdo, já que risco é imenso; Hoje há tecnologia para que a população tanto conheça horários e itinerários, quanto fiscalize por meio de aplicativo a qualidade do TP, além disso, a gratuidade deve ser revista, restringindo as mesmas com critérios que beneficiem apenas quem necessite.

 
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