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Terça, 15 de janeiro de 2019, 09h56
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Possível aprovação do PLC 02/2019 é contestado por setores empresariais de MT; Carga Tributária pode ficar ainda maior

Assessoria de Imprensa

CDL Cuiabá

Diversos representantes de setores ligados ao comércio de Mato Grosso se reuniram na tarde desta segunda-feira (14.01) para discutir a tramitação do projeto de Lei Complementar 02/2019, de autoria do Poder Executivo que estabelece normas de finanças públicas, voltadas para a responsabilidade de gestão fiscal, já que nos últimos anos o Estado acumula um déficit orçamentário significativo, sendo que para 2019 a projeção é de R$1.950.000,00.

Para a classe empresarial mato-grossense, caso o PLC seja aprovado pelos deputados, irá resultar no aumento da carga tributária, a qual já é considerada extremamente alta pelos setores. “Mato Grosso tem a maior carga tributária do Brasil, não é possível que tenhamos mais aumentos. O empresário não aguenta pagar nenhum real a mais de impostos”, disse Nelson Soares Junior, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), que também esteve presente na reunião.

Os empresários defendem ainda, que se houver mais aumento na carga tributária, consequentemente ele será repassado aos preços das mercadorias, já tão difíceis de se comercializar nesse momento de crise. “Além disso, também retornaremos à guerra fiscal e concorrência desleal com outras unidades federativas que praticam cargas tributárias menores, o que certamente ocasionará perdas para as empresas comerciais e segmentos detentores de tais incentivos e benefícios em território mato-grossense”, alertou Soares.

Com objetivo de que o projeto não prossiga em tramitação, o setor empresarial decidiu dialogar com o governador do Estado, autor do PLC e também buscar o apoio dos deputados estaduais para que o projeto não seja aprovado e que com isso prejudiquei ainda mais o setor empresarial de Mato Grosso e consequentemente o consumidor que pagará a conta final.

“A reunião foi muito produtiva para fazermos um alinhamento da nossa posição e de que forma iremos agir para não sermos ainda mais afetados com a carga tributária. Nós estamos vendo a preocupação do governo em diminuir despesas, em cortar gastos e em tentar equilibrar as dividas do Estado, porém, nós não podemos pagar por erros políticos de administrações passadas”, finalizou Soares.

 

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